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Política de Privacidade

O que a Infora guarda, por quanto tempo, quem mais toca nisso e como você manda apagar. Escrito para ser lido, não para ser aceito sem ler.

Vigente desde 23 de outubro de 2026 · versão 10 (novo: a navegação de quem está com a conta aberta — páginas, tempo visível e botões tocados, por 90 dias; itens 2, 3 e 6)

1Quem é o responsável

Infora — CNPJ 29.147.081/0001-39, São Paulo/SP. É a controladora dos dados descritos aqui, no sentido do art. 5º, VI da Lei 13.709/2018 (LGPD): é ela quem decide o que é coletado e para quê.

Contato para qualquer assunto desta política, inclusive os pedidos do item 8: descomplica@infora.com.br ou o WhatsApp (11) 99727-3299. Se o e-mail não for entregue, use o WhatsApp — ele responde no mesmo dia útil.

2O que é coletado, e por quê

Seu e-mail

É o que identifica você aqui. Você entra só com ele: pede um código de seis dígitos, que chega no seu e-mail e vale por poucos minutos — não existe senha. O e-mail serve para entrar na conta, para o recibo da recarga e para avisar de algo da sua conta — inclusive quando alguém confere um documento que você registrou (veja abaixo). Não usamos para propaganda e não vendemos, cedemos nem trocamos essa lista com ninguém.

Sem senha: o código de entrada

A Infora não usa senha. Para entrar, você confirma um código de seis números enviado ao seu e-mail; ele só vale uma vez e por poucos minutos, e é guardado no banco apenas como um código irreversível (hash), nunca em texto. Para proteger a conta, anotamos também quantas tentativas erradas houve com aquele código, e ele é cancelado depois de algumas. A Infora nunca pede esse código por WhatsApp ou telefone: não o passe para ninguém. Contas criadas antes desta mudança podem ainda ter, no banco, o hash de uma senha antiga (scrypt, com sal próprio, irreversível): ela não serve mais para entrar.

Seu cadastro: nome, CPF, data de nascimento e filiação

Quando você for usar a assinatura pela Infora (entrar na conta não exige o cadastro), pedimos o seu nome completo, o CPF, a data de nascimento, o nome da mãe e, se quiser, o do pai (ou "não consta"). Para quê (LGPD, art. 6º, I e III — finalidade e necessidade): identificar quem assina pela Infora — o nome e o CPF dos selos saem daqui, ninguém digita na hora — e recuperar a sua conta se você perder o acesso (conferimos os dados com você antes de devolver a conta: a equipe digita o que você disser e o sistema responde só "confere" ou "não confere" — o dado guardado não aparece para ela). O CPF e a data de nascimento juntos são o par que a própria Receita Federal usa para identificar uma pessoa; o nome da mãe separa homônimos. Não usamos esses dados para propaganda, não montamos perfil e não os vendemos nem cedemos.

Onde aparecem. O CPF só sai com parte escondida (***.456.789-**) — no selo, no Anexo I e na página de verificação. Data de nascimento e filiação não aparecem em lugar nenhum: nem em página pública, nem no documento, nem na tela da equipe. O CPF é único (fica em uma conta só) e, depois de salvo, só a Infora corrige — a pedido seu, com o motivo registrado.

A verificação por Pix. Para assinar pela Infora, a sua conta precisa estar verificada: você faz um Pix da sua própria conta bancária (o de R$ 1,00, ou o do saldo adicionado) e a Infora confere no comprovante o nome e os dígitos visíveis do CPF — o comprovante não mostra o CPF inteiro. Fica guardado: quem conferiu, quando, o valor e o identificador do Pix. Se a verificação for desfeita ou o CPF for solto de uma conta errada, fica o registro de quem fez, quando e por quê.

Seu telefone

Se você nos passou o seu WhatsApp, o número fica na sua conta, só com os dígitos. Serve para a Infora falar com você sobre a conta e avisar quando creditar o seu saldo.

O documento que você consulta

O CPF ou CNPJ consultado nunca fica guardado por inteiro.

O que vai para o banco de dados são duas coisas: a versão mascarada (XX.147.081/0001-XX) e um hash — um código irreversível calculado a partir do número. O hash permite responder "este documento já foi consultado aqui?" sem que exista, em lugar nenhum, uma lista de CPFs em claro. Do banco não se volta ao número original.

O registro de cada consulta

Toda consulta gera um registro com: quem fez, quando, o documento mascarado, o hash, a finalidade que você declarou, quais fontes responderam e quanto foi cobrado.

Isso não é opcional e não é para nós. Quem consulta documento de outra pessoa precisa poder dizer depois por que consultou — é o que a LGPD cobra de quem trata dado de terceiro. O registro existe para proteger o titular do documento e também você, que fica com a prova da finalidade legítima.

A cópia do resultado, para abrir e imprimir de novo

Para você não perder uma consulta que pagou (fechou a página sem querer, precisa imprimir de novo), a Infora guarda uma cópia do que a tela mostrou, ligada ao registro da consulta, por 180 dias. Ela fica cifrada: quem tiver só o banco de dados não consegue ler. Só a conta que fez a consulta abre, pela Minha conta, e pode apagá-la quando quiser. Dentro da cópia, o CPF ou CNPJ consultado também fica mascarado.

A consulta de crédito de outra pessoa ou empresa não é guardada: nela fica só o registro descrito acima. Da consulta de crédito, só a do seu próprio CPF ganha a cópia.

Sua carteira

Da carteira (uma só, em reais, para as consultas e a assinatura digital): o saldo, cada valor adicionado (quando, quem creditou e a referência do pagamento) e o que foi descontado em cada consulta e em cada documento registrado.

Pagamento

Número de cartão, CVV e senha de banco não passam pela Infora e não chegam aos nossos servidores. O saldo é adicionado por Pix, cartão ou boleto pelo botão Adicionar saldo, com o pagamento feito na página do Mercado Pago; aqui fica só o valor, a forma e a referência do pagamento.

Registros técnicos

Como qualquer site, o servidor que hospeda a Infora registra endereço IP e horário dos acessos. É registro de segurança, exigido pelo art. 15 do Marco Civil da Internet.

Estatísticas de visita

O que contamos. Quando uma página do site abre, o navegador avisa a Infora. Contamos só totais: quantas visitas e quantas pessoas, por página e por dia, o estado e a cidade aproximados (quem informa é a hospedagem, pelo endereço da conexão; de fora do Brasil fica só "exterior"), de onde a pessoa veio (só o tipo: Google, Bing, WhatsApp, Instagram, Facebook, outro site ou direto) e o tipo de aparelho (celular, tablet ou computador).

O que não guardamos. Sem cookie e sem gravar nada no seu navegador. O seu IP não fica guardado por extenso, nem o nome do navegador, nem o endereço completo da página de onde você veio. O servidor faz na hora dois códigos embaralhados (hash): um do IP com o navegador, para contar pessoas, e não só páginas; e um do IP sozinho, para barrar robô (no IPv6, só a parte do endereço que é a rede). Os dois valem um dia só: amanhã a mesma pessoa vira outro código. O embaralhamento usa a chave do dia, que é apagada no dia seguinte, e uma chave secreta que não fica no banco de dados: com uma cópia do banco, ninguém volta do código ao IP. Os códigos são apagados em até 3 dias. O tamanho da tela serve só para separar celular de computador e não é guardado.

Para quê. Saber quantas pessoas usam o site e de onde, para melhorar o serviço. Não serve para propaganda, não monta perfil de ninguém e não é compartilhado com terceiros: não há Google Analytics nem ferramenta de fora. Os números ficam no banco da Infora e só a equipe da Infora vê.

Com base em quê. Legítimo interesse da Infora (LGPD, art. 7º, IX): entender o uso do próprio site para melhorar o serviço (art. 10, I e II), com só o estritamente necessário (art. 10, § 1º) e com transparência, que é este texto (art. 10, § 2º). Os totais não trazem nome, IP nem navegador, mas são por dia, página e cidade: numa cidade pequena, um total de 1 pode ser alguém. Por isso só a equipe da Infora vê esses números, e eles são apagados depois de 180 dias.

O que é gravado. Enquanto você está com a sua conta aberta (logado), a Infora anota, ligado à sua conta: quais páginas do site você abriu e quando, quanto tempo cada página ficou visível na tela (aba escondida ou outro aplicativo na frente não contam) e em quais links e botões você tocou, pelo nome que está escrito neles (por exemplo "Adicionar saldo") e, se for um link do próprio site, para qual página ia. De link para fora do site fica só o nome do site de destino (por exemplo wa.me). Vai junto o tipo de aparelho (celular, tablet ou computador).

O que não é gravado. Nada do que você digita em nenhum campo, nem o conteúdo das suas consultas ou documentos: só o nome do botão ou do link. Nem IP, nem o nome do navegador. Sem a conta aberta, nada disto existe: o visitante sem conta entra só nas estatísticas de visita acima, que são totais. A navegação da própria equipe da Infora não é gravada.

Para quê e quem vê. Atender você: quando você pede ajuda, a equipe da Infora vê por onde você passou e onde parou, em vez de perguntar. Também serve para melhorar o site (ver em que página as pessoas travam). Só a equipe da Infora vê, no painel da sua conta. Não é propaganda, não é compartilhado com terceiros e não é cruzado com as suas consultas para montar perfil seu.

Com base em quê e por quanto tempo. Execução do serviço contratado e legítimo interesse da Infora (LGPD, art. 7º, V e IX; art. 10, I e II), com só o necessário e com transparência, que é este texto. Fica 90 dias e é apagado automaticamente, por uma limpeza que roda toda madrugada e a cada vez que o painel é aberto. Você pode pedir para ver ou apagar antes pelos canais do item 8.

Quem confere um documento pelo código ou QR

O que é gravado. Quando alguém abre a verificação de um documento registrado na Infora (pelo QR Code, pelo link ou digitando o código), gravamos: o código conferido, a data e a hora, o endereço IP, a cidade, o estado e o país aproximados quando a hospedagem informa, o tipo de aparelho, o sistema e o navegador, o tamanho da tela e o que foi feito na página — se ela abriu, se o PDF foi baixado ou aberto, se houve clique no validador do ITI e, quando alguém confere um arquivo, só o resultado: confere ou não confere. Se quem confere estiver com uma conta Infora aberta, anotamos também qual conta. Consultas a códigos que não existem ficam registradas do mesmo jeito, sem aviso a ninguém. O arquivo conferido nunca sai do navegador de quem confere: não recebemos o arquivo, o nome, o tamanho nem o hash dele.

Para quê. Segurança do documento: avisar quem o registrou de que ele foi conferido e prevenir fraude e varredura de códigos. Não é medição de audiência e não serve para montar perfil de ninguém.

Quem vê. Quem registrou o documento vê a data, a cidade aproximada, o aparelho e o IP parcial (por exemplo 189.45.x.x) e recebe um aviso por e-mail. O IP completo, só a Infora.

Por quanto tempo. 6 meses; depois disso o registro é apagado automaticamente. O resultado "não confere" é informado pelo navegador de quem conferiu — a Infora não recebe o arquivo para refazer a conta.

Assinatura pela Infora (sem certificado)

É a forma de assinar sem certificado digital e sem gov.br, com até 5 pessoas no mesmo documento, cada uma pela própria conta na Infora — no documento ela se chama "Assinatura Infora". Quem envia escolhe cada pessoa pelo e-mail da conta dela (o nome e o CPF do selo saem do cadastro daquela conta, e quem envia vê o nome e o CPF com parte escondida — por isso, escolher outra pessoa pelo e-mail só vale para quem tem a conta verificada por Pix) ou manda o convite com nome e CPF; cada pessoa recebe um link de convite e assina na conta dela, que tem de estar verificada por Pix. Para dar para provar cada assinatura depois, a Infora guarda quem assinou, quando, a "impressão digital" do arquivo e uma cópia do PDF já assinado.

O que fica guardado, em sigilo. De quem envia: a conta e o e-mail, o nome do arquivo, a data e a hora, o IP e o navegador da criação. De cada pessoa que vai assinar: o nome completo e o CPF completo do selo (do cadastro da conta escolhida pelo e-mail, ou como quem enviou escreveu no convite), a conta escolhida e o link de convite daquele selo. De cada assinatura: a conta e o e-mail de quem assinou, o nível da conta (verificada por Pix, com a data da verificação), a data e a hora, o endereço IP, o navegador e o aparelho usados (o chamado user-agent) e a declaração marcada. E a impressão digital (o SHA-256) do PDF registrado; a do original vai impressa nos selos. A Infora confere o acesso à conta e, na verificação por Pix, o nome e os dígitos visíveis do CPF — não confere o CPF na Receita nem documento de identidade. Se quem envia desistir antes de registrar, o pedido fica marcado como não usado e nenhum valor é descontado.

O que é público. A página que abre pelo QR Code ou pelo código de verificação mostra quem já assinou e quem falta: o nome, o CPF com parte escondida (***.456.789-**), o e-mail da conta de quem assinou com parte escondida (ma***@exemplo.com.br), o nível ("conta verificada por Pix em" tal data), a data e a hora de cada assinatura, o código, a impressão digital (SHA-256) do PDF registrado e a declaração marcada. O e-mail completo e o CPF completo nunca aparecem ali, nem o IP, o navegador e os links de convite. A página do convite mostra a quem tem o link o nome do arquivo, o nome e o CPF com parte escondida daquele selo e o e-mail com parte escondida de quem enviou.

A Infora guarda uma cópia do PDF já assinado.

Os selos são colocados no navegador de quem envia, e o original, sem os selos, não sai dele. O que vai para a Infora é o PDF já com os selos e o Anexo I: a Infora guarda essa cópia junto com o registro (as assinaturas entram no registro sem mudar o PDF; se o documento for cancelado, o PDF deixa de sair), e quem tiver o código de verificação pode abri-la e baixá-la na página de verificação, para comparar com o arquivo que recebeu. Por isso, passe o código (ou o PDF com o QR Code) só a quem pode ver o documento. Qualquer mudança no PDF muda a impressão digital dele, então dá para perceber se ele foi alterado. Guarde você também a sua cópia assinada.

Para quê. Para provar quem assinou e que o arquivo não mudou depois, se alguém questionar a assinatura, e para quem recebe o documento conferir pelo código. Não é usado para propaganda nem para montar perfil, e não é vendido nem cedido a ninguém.

Quem vê o registro completo. Só a Infora. Ele não é mostrado à outra parte nem a quem confere o documento. Se a assinatura for discutida na Justiça, a Infora apresenta o registro quando o juiz pedir; o IP com a data e a hora só sai com ordem judicial (Marco Civil da Internet, art. 15, § 3º).

Com base em quê (LGPD, art. 7º). Execução do contrato (inciso V): quem envia tem a conta e pediu o serviço, e cada pessoa que assina usa a própria conta para assinar. Exercício regular de direitos em processo judicial, administrativo ou arbitral (inciso VI): guardar a prova para o caso de a assinatura ser questionada. Obrigação legal (inciso II): o IP com a data e a hora é registro de acesso, que o Marco Civil da Internet (art. 15) manda guardar por 6 meses, em sigilo. Fica guardado só o necessário para essa prova.

Por quanto tempo. Enquanto o documento puder ser contestado e pelo prazo que a lei exigir. A cópia do PDF assinado fica junto, pelo mesmo prazo. Nesse período, o registro não é apagado a pedido: apagá-lo seria apagar a prova da assinatura que você fez.

Seus direitos. São os do item 8, pelos mesmos canais. Para achar o registro mais rápido, informe o código de verificação do documento.

Infora Folha — dados de funcionários da sua empresa

É o serviço em que a empresa cliente cadastra quem vai começar a trabalhar e o escritório da Infora faz o registro do empregado no eSocial, o sistema do governo que recebe as admissões. Aqui a relação é outra: a empresa cliente é a controladora dos dados do funcionário dela (LGPD, art. 5º, VI) e a Infora é a operadora (art. 5º, VII) — trata os dados em nome da empresa, só para cumprir essa obrigação legal (art. 7º, II) e seguindo as instruções dela.

O que é guardado. O que a empresa informa sobre o funcionário: nome, CPF, data de nascimento, sexo, raça/cor, escolaridade, estado civil, endereço, telefone e e-mail, os dependentes (nome, CPF e nascimento), a função, o salário, o tipo de contrato e o horário de trabalho, dados bancários e de vale-transporte e, se houver, deficiência. Os documentos que a empresa anexa — identidade, comprovante de endereço, certidão dos dependentes, exame admissional, foto — ficam guardados por inteiro, cada um com a sua impressão digital (SHA-256). Fica também o que o escritório completa (matrícula, códigos da função e da categoria, sindicato) e o histórico de quem fez o quê: cadastro, envio, devolução, registro e cada download de documento, com a conta e a data e hora.

Dados sensíveis. Raça/cor e informação sobre deficiência e saúde (o exame admissional) são dados sensíveis (art. 5º, II). Entram porque o eSocial exige (art. 11, II, "a") — a raça/cor é declarada pelo próprio funcionário — e servem só para esse registro. Não são usados para mais nada.

Quem vê. A conta titular da empresa, as contas de operador que a Infora liga a ela (quem trabalha no escritório) e a administração da Infora. Nada do Infora Folha aparece em página pública, em link de verificação nem em QR Code: não existe acesso sem entrar na conta. Em toda lista e em todo registro de atividade o CPF sai com parte escondida (***.***.123-45).

Por quanto tempo. Pelo prazo que a lei trabalhista e previdenciária exige para os documentos da admissão — prazos que variam por documento, de 5 anos em diante —, ou enquanto a empresa cliente mandar guardar. Cadastro cancelado antes de ir ao escritório fica só no histórico e pode ser apagado a pedido da empresa.

Direitos do funcionário. Ele exerce os direitos do item 8 junto à empresa em que trabalha, que é a controladora. A Infora atende aos pedidos da empresa e, se o funcionário escrever direto para a Infora, encaminha à empresa e responde o que couber a ela como operadora.

3O que NÃO é coletado

4Com base em quê (art. 7º da LGPD)

Quanto ao titular do documento consultado: os dados vêm de bases que o próprio poder público publica de forma aberta, por determinação legal de transparência. A Infora não cria informação sobre essa pessoa — ela consulta e organiza o que já é público. A responsabilidade por consultar com finalidade legítima é de quem consulta, e está nos Termos de Uso.

5Quem mais toca nos dados

São os operadores (art. 5º, VII). Cada um recebe só o necessário para a sua parte:

QuemPara quêO que vê
ResendEntregar o código de acesso, os avisos da conta e o aviso de conferência de documento Seu e-mail e o conteúdo da mensagem (no aviso de conferência: data, cidade aproximada, aparelho e IP parcial de quem conferiu)
Mercado PagoReceber PIX, cartão e boleto da recarga da carteira Os dados do pagamento. É lá que o cartão é digitado, não aqui
WhatsApp (Meta)Receber o pedido de saldo, avisar que a conta está pronta e avisar do crédito do saldo Seu número e as mensagens trocadas com a Infora
NeonBanco de dados (servidores em São Paulo) Guarda o que está no item 2, do jeito que está descrito ali
NetlifyHospedar o site e as funções, e informar a localização aproximada do acesso Os registros técnicos de acesso
Google FontsAs duas fontes da identidade visual Seu IP, ao baixar o arquivo da fonte. Nada mais

De onde vem o resultado da consulta

Bases públicas: Portal da Transparência (Controladoria-Geral da União), dados abertos da Receita Federal, TCU e a dívida ativa da União publicada pela PGFN. Consultar essas bases não envia nenhum dado seu para elas — vai só o documento pesquisado.

Quando a consulta é de Localização, a busca corre em um sistema especializado contratado pela Infora. Nesse caso o documento pesquisado sai daqui para esse fornecedor.

Uma limitação técnica que você tem o direito de saber.

O sistema de localização é acessado por conexão sem criptografia (HTTP) do lado dele. A ligação entre o seu navegador e a Infora é criptografada normalmente; o trecho entre a Infora e esse fornecedor não é, porque quem define isso é ele. Se isso for inaceitável para o seu caso, não use as consultas da categoria Localização.

6Por quanto tempo fica guardado

O resultado da consulta não vira relatório guardado em nome de ninguém além de quem consultou: o que fica é o registro descrito acima e, por 180 dias, a cópia cifrada que só a sua conta abre.

7Segurança

Nenhum sistema é imune. Se houver incidente com risco relevante, avisamos você e a ANPD, como manda o art. 48 da LGPD.

8Seus direitos, e como usar

O art. 18 da LGPD dá a você o direito de: confirmar que existe tratamento; acessar o que temos; corrigir o que estiver errado; pedir anonimização, bloqueio ou eliminação de dado desnecessário ou tratado fora da lei; pedir portabilidade; revogar consentimento; e saber com quem compartilhamos.

Escreva para descomplica@infora.com.br pelo e-mail da sua conta, ou chame no WhatsApp (11) 99727-3299. Respondemos em até 15 dias.

O que não dá para apagar, e por quê: o registro de consultas e os movimentos financeiros dentro do prazo legal. Não é escolha nossa — apagar registro de obrigação legal é descumprir a própria lei que protege o dado. O registro da assinatura pela Infora também fica até o fim do prazo do item 6, porque é a prova da assinatura que você fez. Fora esses, o resto vai embora.

Se você é titular de um documento que foi consultado aqui e quer saber se isso aconteceu, escreva para o mesmo endereço. Conseguimos responder pelo hash, sem que ninguém precise nos entregar uma lista de CPFs.

Se você conferiu um documento e quer saber o que ficou registrado, escreva informando o código e o dia e horário aproximados.

9Crianças e adolescentes

A conta exige pelo menos 16 anos: o cadastro confere pela data de nascimento e recusa quem tem menos. Não coletamos dado de criança conscientemente.

10Mudanças

Quando esta política mudar, a data e o número da versão no topo mudam junto. Alteração que afete de verdade o que é coletado ou com quem é compartilhado é avisada onde ela acontece: mudança no que é guardado da sua conta, por e-mail; a versão 2 (registro de conferência de documentos) é avisada na própria página de verificação, em todo acesso, porque quem confere em geral não tem conta na Infora.

Termos de Uso Site descomplica@infora.com.br WhatsApp (11) 99727-3299
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